Diciopédia

Na altura, não creio ter percebido o verso. Provavelmente ainda agora não o percebo.

Mas gostei, sem saber ao certo porquê. E ficou.

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Antes de Paris, antes dos blogs, antes de tanta coisa, houve a Diciopédia. Um CD-ROM. Um ecrã. Um miúdo a clicar no mundo, sem saber que o mundo também estava a clicar nele.